Crescendo exponencialmente desde 2022, a
Banana Bipolar - como quase todo artista independente no Brasil - compartilha o sentimento de exaustão e orgulho com o lançamento do álbum de estreia:
‘103’ chega - finalmenteem formato físico com tiragem limitada. Em produção por 2 anos e com 9 faixas, o disco mistura as diversas referências e estéticas da banda, se tornando uma síntese do início da jornada do grupo.
Diretamente de Goiânia, a Banana Bipolar emerge em oposição ao conservadorismo e à caretice da "terra do sertanejo sem se prender a um gênero específico, mas, naturalmente, direcionando suas vertentes para um rock clássico com o frescor da nova geração, a Banana Bipolar compartilha composições e ideias espontâneas entre todos os membros.
Essas são as explicações para uma setlist tão heterogênea, ainda que coesa, em
‘103’. Faixas que evocam músicas de trabalho, como
‘Cicatriz’,
‘Alícia’ e
‘Cigarro’, encontram experimentações como os 13 minutos de
‘Efêmero’ e a
faixa que carrega o título do álbum. É nessa mistura que a Banana Bipolar encontra sua estética intensa, exótica e, por vezes, despretensiosa, levando essa atmosfera de caos sonoro autêntico também para os seus shows.
O álbum de estreia da Banana Bipolar também circula entre os temas mais comuns da juventude: alegria, nostalgia, amor, amizade, vícios, amadurecimento, revolta, consciência de mundo, e outros infinitos sentimentos que a geração Z / Alpha carrega no horizonte e no subconsciente. São registros pessoais, que ganham compreensão com a banda e se transbordam para o mundo com o lançamento do disco ‘103’.
A Banana Bipolar é Hatamari (vocais e percussão), Gab Morais (vocais e baixo), Vinni (vocais e guitarra), Júlio (backing vocal e bateria) e Pedro Leon (guitarra solo). O álbum tem produção de Israel Santiago e mix e master de Benke Ferraz . Zefo assina a produção, mix e master da faixa ‘103’.
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